Desde os tempos da caverna o ser-humano é um coletor. A vida nômade fazia com que alguns objetos especiais fossem carregados, tanto para fins de sobrevivência quanto pelo interesse de quem o encontrava e o selecionava por alguma característica especial. Ao longo do tempo, o ato ganhou um forte simbolismo ao dar significado aos objetos que, a partir de uma curadoria, são categorizados, estudados e tidos com afeição por quem os guarda. Aliás, o que são os museus e suas relíquias se não peças colecionáveis?!

O hobbie então ganhou a infância, com as pequenas coleções de cartas em álbuns comemorativos, revistas especiais e pequenos artigos que chegavam por correspondência. Quem já passou dos 30 talvez se lembre das brigas por bolinhas de gude diferentes ou, para quem ainda não passou dos 20, talvez se lembre melhor das trocas de figurinhas durante as últimas Copas do Mundo. Tal relação entre a troca de itens entre colegas pode parecer algo simples, mas foram ações semelhantes que geraram os tão famosos fã-clubes.

Vamos trocar figurinhas

Reunidos por um interesse em comum, os fã-clubes juntaram colecionadores que podiam buscar, estudar e entender melhor o universo de suas coleções com outros amantes da área. Criado em 1960, a “Associação Brasileira de Ferromodelismo” (SBF) reúne apaixonados por trens em uma sede própria no parque do Ibirapuera, em São Paulo. Na sala denominada Modelódromo do Ibirapuera, as maquetes em miniaturas de locomotivas e vagões remontam uma história de amor e carinho em forma de arte.

Já a “Federação da Frota Estelar de São Paulo” (FFESP) organiza desde 1998 o encontro de fãs e colecionadores da série televisiva de ficção científica, “Star Trek – Jornada nas Estrelas”. São pessoas de todas as idades, mesmo com início da série ainda na década de 60, que colecionam fantasias, brinquedos, cartas e qualquer outro acessório em torno da mesma temática, criando um universo maior que os episódios, filmes e quadrinhos da franquia. Nestes espaços novos membros podem criar amizade, descobrir novas peças e adquirir ou trocar seus preciosos itens de colecionadores.

Passando para o Rio de Janeiro encontramos o Clube da Medalha do Brasil, sob os cuidados e criação da própria Casa da Moeda que, em 1977, criou a associação a fim de promover lançamentos medalhísticos “homenageando personalidades e momentos relevantes da nossa história e difundindo informações sobre a numismática no Brasil”, como explica a página oficial do Clube na internet, sendo mais um dos tantos nichos de colecionadores que existem no País e no Mundo.

As categorias de colecionismo são inúmeras, dividindo-se a partir da paixão de seu colecionador por um tema, uma área do conhecimento ou de acordo com filtros próprios que fazem com que cada coleção tenha seu nicho específico. Conheça alguns dos tipos de coleções:

  • Numismática: É o estudo das moedas e medalhas. Essas coleções podem catalogar seus itens por título, ano, data, país ou até mesmo uma temática específica, como “moedas comemorativas das Olimpíadas”.
  • Cartofilia: São as coleções de cartões que podem ser telefônicos, cartões postais etc. A gama de segmentos também é gigantesca e um colecionador pode se especializar em apenas uma área.
  • Periglicofilia: Realmente existem “N” coleções. A Periglicofilia arquiva e estuda pacotes de açúcar. Podem ser modelos da Europa, do Brasil dos anos 60, pacotes de açúcar especiais etc.
  • Brinquedos: Colecionadores de brinquedos montam espaços dos sonhos para muitos apaixonados por esses itens. Podem se especializar em épocas, como brinquedos brasileiros dos anos 90, como também podem escolher franquias pop, como colecionadores de Star Wars, Comandos em Ação, Barbies etc.
  • Plastimodelismo: Esses colecionadores gostam de recriar máquinas, veículos e muitos outros cenários com peças de plástico em escala miniatura que vêm desmontadas e devem ser, em alguns casos, pintadas com ferramentas especiais a fim de se parecer o máximo possível com o objeto verdadeiro.

E onde guardar minha paixão?

Um problema em comum entre os colecionadores, principalmente os que mexem com artigos maiores ou que já possuem um extenso arquivo de itens, é o espaço. Coleção são feitas para serem vistas e apreciadas, mas muitos enfrentam dificuldades, seja com situações como uma mudança, uma casa temporária sem espaço para os objetos, ou mesmo um novo membro da família que ocupará um quarto extra.

Nestes casos o colecionador precisa de um local que possa receber seus itens em segurança e condições certas, já que muitos objetos não podem ficar expostos a temperaturas elevadas, ao sol ou à umidade de um depósito qualquer.

Assim, entra a Moby neste mundo do colecionismo, com sua solução Self-Storage onde o colecionador reserva um espaço em uma de suas lojas no Rio de Janeiro ou São Paulo. Lá a pessoa poderá escolher desde um armário pequeno de 1 a 3 m², para guardar talvez selos ou moedas em suas respectivas cases, ou um box de 7 a 9m², para guardar coleções de bonecos, roupas e carrinhos, até galpões de tamanhos variados e customizáveis para guardar, quem sabe, uma coleção de carros antigos, seguros do Sol, da chuva e outras intempéries.

Ali o colecionador terá sua própria chave para seu box, uma senha de acesso para entrada na loja Moby e acesso seguro ao seu local de armazenamento.

Se você é um colecionador, confira alguns dos benefícios de se ter um Self-Storage:

  • Tamanhos diversos, de acordo com sua necessidade
  • Local seguro, fechado e em condições ideais para sua coleção
  • Planos de reserva com tempo à sua escolha, seja um mês ou um ano
  • Local privilegiado na cidade do Rio de janeiro ou São Paulo
  • Solução que entende o valor de uma coleção

Gostou da ideia e quer saber mais como um self-storage pode de ajudar a guardar a sua coleção? Leia aqui!

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